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Conheça os benefícios do Sling

A CIÊNCIA POR TRÁS DO BABYWEARING: 21 BENEFÍCIOS BASEADOS EM EVIDÊNCIAS CIENTÍFICAS

* Babywearing é a prática de carregar o bebê em um sling ou em outro tipo de porta bebê.

 

Este conjunto de 21 estudos compilados inclui tanto pesquisas sobre babywearing como também descobertas altamente relevantes de campos relacionados.

 

1. PROMOVE O VÍNCULO AFETIVO ENTRE MÃE E BEBÊ (D) 

O estudo revela que o aumento do contato físico associado ao babywearing ajuda a fortalecer o vínculo afetivo entre mãe e bebê.

Fonte: Anisfeld, E. et al (1990) “Does infant carrying promote attachment? An experimental study of the effects of increased physical contact on the development of attachment”. Child Development, 61(5):1617-27.

https://onlinelibrary.wiley.com/doi/abs/10.1111/j.1467-8624.1990.tb02888.x?sid=nlm%3Apubmed

 

 

2. BEBÊS CHORAM MENOS (D)

Um estudo publicado na revista Pediatrics revelou que bebês carregados no colo por algumas horas adicionais por dia reduz a duração do choro dos bebês em até 43% e altera o padrão típico de choro e agitação nos primeiros meses de vida.

Fonte: Hunziker, U. A., Barr, R. G. (1986). “Increased carrying reduces infant crying: a randomized controlled trial”. Pediatrics, 77(5):641-8.

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/3517799

 

 

3. AUXILIA O DESENVOLVIMENTO FÍSICO SAUDÁVEL DO BEBÊ (I) 

O estímulo tátil na forma de massagem ou movimento passivo dos membros contribui para o ganho de peso e aumento da densidade óssea.

Fonte: Field, T. et al. (2010). “Preterm Infant Massage Therapy Research: A Review.” Infant behavior & development, 33.2:115-124.

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC2844909/

 

 

 

 

4. TORNA A MÃE MAIS RESPONSIVA AO BEBÊ (D)

Os resultados demonstraram uma relação causal entre o aumento do contato físico, alcançado através do babywearing, e maior responsividade das mães em relação às vocalizações de seus bebês, permitindo que atendessem com mais assertividade e prontidão suas necessidades.

Fonte: Anisfeld, E. et al. (1990). “Does infant carrying promote attachment? An experimental study of the effects of increased prysical contact on the development of attachment”. Child Development, 61(5):1617-27.

https://onlinelibrary.wiley.com/doi/abs/10.1111/j.1467-8624.1990.tb02888.x?sid=nlm%3Apubmed

 

 

5. REDUZ SINTOMAS DE REFLUXO (I) 

O estudo concluiu que bebês mantidos por mais tempo na posição vertical (como os bebês ficam nos slings) pode ser um tratamento não farmacológico útil para reduzir sintomas relacionados ao refluxo.

Fonte: Jung, W. J. et al. (2012). “The efficacy of the upright position on gastro-esophageal reflux and reflux-related respiratory symptoms in infants with chronic respiratory symptoms”. Allergy, Asthma & Immunology Research, 4.1:17-23.

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3242055/

 

6. AJUDA MÃES COM DEPRESSÃO A CUIDAREM DOS SEUS BEBÊS (I) 

Os resultados sugerem que, ao estimular seus bebês por meio do toque, mães com depressão podem aumentar o afeto positivo e atenção dedicada ao bebê, compensando os efeitos negativos frequentemente resultantes da falta de afetividade durante as interações.

Fonte: Peláez-Nogueras, M, et al. (1996). “Depressed mothers’ touching increases infants’ positive affect and attention in still-face interactions”. Child Development, 67(4):1780-92.

https://onlinelibrary.wiley.com/doi/abs/10.1111/j.1467-8624.1996.tb01827.x

 

 

7. MELHORA AS TAXAS DE AMAMENTAÇÃO (D) 

Mães que carregaram os bebês em slings e outros carregadores ergonômicos por pelo menos 1h por dia durante o primeiro mês de vida tiveram taxas de amamentação significativamente maiores.

Fonte: Pisacane, A. et al. (2012). “Use of baby carriers to increase breastfeeding duration among term infants: the effects of an educational intervention in Italy”. Acta Paediatrica, 101(10):e434-8.

https://onlinelibrary.wiley.com/doi/abs/10.1111/j.1651-2227.2012.02758.x

 

 

8. ACALMA O BEBÊ QUANDO ESTÁ NERVOSO (I) 

Os resultados indicaram que recém-nascidos foram mais efetivamente acalmados quando segurados e balançados com um movimento contínuo, afetando diretamente o estado comportamental do bebê.

Fonte: Byrne, J. M; Horowitz F.D. (1981). “Rocking as a soothing intervention: The influence of direction and type of movement”. Infant Behavior and Development, 4:207-2018.

https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0163638381800240

 

 

 

9. ESTIMULA O BEM-ESTAR E O RELAXAMENTO TANTO DA MÃE QUANTO DO BEBÊ (I) 

O estudo conclui que o calor e o toque estimulam a liberação de ocitocina, que é conhecida por induzir efeitos antiestresse, como a redução da pressão arterial e dos níveis de cortisol.

Fonte: Uvnäs-Moberg, K. (1977). “Oxytocin linked antistress effects-relation and growth response”. Acta Physiol Scand Suppl. 640:38-42.

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/9401603

 

 

 

10. MELHORA A DIGESTÃO DO BEBÊ (K) 

O estudo revela que massagear os bebês aumenta a atividade gástrica e estimula a liberação de hormônios responsáveis pela absorção de alimentos. O toque pode, portanto, tornar a digestão mais eficiente, promovendo o crescimento e ganho de peso.

Fonte: Diego, M. A., et al.  (2007). “Preterm infant massage elicits consistent increases in vagal activity and gastric motility that are associated with greater weight gain”. Acta Paediatrica, 96(11):1588-91.

https://onlinelibrary.wiley.com/doi/abs/10.1111/j.1651-2227.2007.00476.x

 

11. FACILITA A TRANSIÇÃO PARA O MUNDO EXTRA-UTERINO (I) 

Ao nascer, todos os parâmetros do ambiente da criança mudam abruptamente, o que é estressante para os recém-nascidos. Portanto, o fornecimento de ambiente mais próximo àquele antes do nascimento torna a transição para a vida extra-uterina mais tranquila.

Fonte: Gatts, J. D., “Infant environmental transition system and method”, US Patent, US5325153A.

http://europepmc.org/patents/PAT/EP0420065

 

 

12. BEBÊ MENOS AGITADO (D) 

Um estudo realizado em uma tribo africana, cujas práticas parentais são caracterizadas por carregar os bebês de forma quase contínua, pela amamentação frequente e pela rápida capacidade de resposta, observou que os bebês se agitam e choram significativamente menos.

Fonte: Hewlett, B. S. et al. (1998). “Culture and early infancy among central African foragers and farmers”. Developmental Psychology, 34(4):653-61.

https://www.researchgate.net/publication/237932570_Culture_and_early_infancy_among_central_African_foragers_and_farmers_vol_34_pg_653_1998

 

13. ATENDE A NECESSIDADE DO RECÉM-NASCIDO DE ESTAR PERTO DA MÃE (I) 

Os bebês humanos reconhecem a separação física de suas mães e começam a chorar. O choro pós-natal pode ser uma contrapartida humana ao “protesto contra a separação” usado por outras espécies para restaurar a proximidade da mãe.

Fonte: Christensson, K. et al. (1995). “Separation distress call in the human neonate in the absence of maternal body contact”. Acta Paediatrica, 84(5):468-73.

https://onlinelibrary.wiley.com/doi/abs/10.1111/j.1651-2227.1995.tb13676.x

 

14. OS SERES HUMANOS SÃO BIOLOGICAMENTE ADAPTADOS PARA TRANSPORTAR SEUS BEBÊS (D) 

Os bebês se envolvem em ajustes posturais antecipatórios - que ajudam a torná-los mais fáceis de segurar. Os bebês podem regular a posição dos quadris e das pernas, para maximizar o contato com o corpo da mãe, usando as pernas para segurar e manter o equilíbrio. Por outro lado, as mães têm adaptações comportamentais e fisiológicas para que seu corpo sirva como habitat natural para o bebê.

Fonte: Nicolai, K. (2013), “Cache or Carry?” Comparative biology and infant carrying”. Published online.

http://bindungtraegt.de/cache-or-carry-comparative-biology-and-infant-carrying/

 

15. TOQUE E MOVIMENTO ACALMAM O BEBÊ (I) 

O estudo demonstrou que bebês carregados por suas mães em movimento apresentam uma resposta calmante fisiológica, reduzindo o choro, os movimentos do corpo e a frequência cardíaca.

Fonte: Esposio, G. et al. (2013). “Infant calming responses during maternal carrying in humans and mice”. Current Biology. 23(9):739-45.

https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0960982213003436#sec3

 

 

 

16. PODE DIMINUIR A INCIDÊNCIA DE DEPRESSÃO PÓS-PARTO (I) 

Mães que forneceram aos recém-nascidos contato pele a pele por algumas horas diárias durante as primeiras semanas de vida apresentaram índices de depressão significativamente mais baixos. O estudo conclui que o contato pele a pele das mães com seus recém-nascidos reduz sintomas depressivos e o estresse fisiológico no período pós-parto.

Fonte: Bigelow, A. et al. (2012). “Effect of mother/infant skin-to-skin contact on postpartum depressive symptoms and maternal physiological stress”. J Obstet Gynecol Neonatal Nurs., 41(3):369-82.

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22537390

 

17. REDUZ O RISCO DE PLAGIOCEFALIA POSICIONAL (I) 

Para evitar a síndrome da morte súbita é recomendado que os bebês durmam com a barriga para cima. No entanto, esta posição aumenta as chances de desenvolver plagiocefalia posicional, especialmente se tiverem preferência por uma única posição da cabeça. Carregar o bebê no sling por algumas horas durante o dia pode reduzir o risco da ocorrência de plagiocefalia posicional.

Fonte: Mawji, A. et al. (2014). “Risk factors for positional plagiocephaly and appropriate time frames for prevention messaging”. Paediatrics & Child Health, 19.8:423-427.

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC4220526/

 

18. UTILIZA MENOS ENERGIA DO QUE CARREGAR NO BRAÇO (D) 

A carga de carregar uma criança nos braços é em média 16% maior do que com o apoio de um sling.  

Fonte: Wall-Scheffler, C.M., et al. (2007). “Infant carrying: the role of increased locomotory costs in early tool development”. American Journal of Physical Anthropology, 133(2):841-846.

https://onlinelibrary.wiley.com/doi/abs/10.1002/ajpa.20603

 

 

19. SINCRONIZA MÃE E BEBÊ BIOLOGICAMENTE (I) 

Mães e bebês coordenam seus ritmos cardíacos através do toque. A sincronicidade entre os ritmos biológicos materno e infantil também aumentam significativamente quando interagem com expressão facial e vocalização. 

Fonte: Feldman R et al. (2011). “Mother and infant coordinate heart rhythms through episodes of interaction synchrony.” Infant Behavior and Development, 34(4):569-577.https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0163638311000749

 

 

 

20. AJUDA NO CRESCIMENTO DE BEBÊS PREMATUROS (K) 

Bebês prematuros cuja mãe praticava o Kangaroo Mother Care (KMC) (caracterizado pelo contato pele a pele e babywearing), tiveram um ganho de peso e comprimento significativamente maior, em comparação com aqueles no grupo de controle. O estudo também observou uma taxa de amamentação maior entre esses bebês.

Fonte: Gathwala G et al. (2010). “Effect of Kangaroo Mother Care on Physical growth, breastfeeding and its acceptability”. Tropical Doctor, 40(4):199-202.

https://www.researchgate.net/publication/45406300_Effect_of_Kangaroo_Mother_Care_on_physical_growth_breastfeeding_and_its_acceptability

 

 

21. PODE AUMENTAR A RESILIÊNCIA DAS MÃES (K) 

As mães que praticam o método Kangaroo Mother Care (KMC) (caracterizado pelo contato pele a pele e babywearing) relataram sentir-se mais competentes ao responder a situações estressantes de cuidado infantil, o que o estudo denomina de efeito de resiliência.

Fonte: Tessier R et al. (1998). “Kangaroo mother care and the bonding hypothesis.” Pediatrics, 102(2):e17.

https://pediatrics.aappublications.org/content/102/2/e17

 

Tipo de evidência:

D – Benefícios diretos

I – Benefícios Indiretos (inferidos a partir de pesquisas estreitamente relacionadas)

K – Kangaroo Mother Care (KMC) - KMC é uma técnica de cuidados com recém-nascidos caracterizado pelo contato pele a pele e babywearing. É mais comumente utilizada para bebês prematuros com baixo peso ao nascer.

Adaptado de: https://mobywrap.com/explore/babywearing/science-of-babywearing?utm_source=planoly&utm_medium=shoppable